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Bispo católico determina não volta às missas presenciais no momento

Religião

Dom Francisco Carlos da Silva justifica a gravidade extrema da evolução da pandemia

Dom Francisco recomenda que utilizem os meios de comunicação para transmissão das missas

Dom Francisco recomenda que utilizem os meios de comunicação para transmissão das missas. Foto: Arquivo/JI

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Frente a uma divergência de entendimentos nas decisões de ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), o bispo diocesano de Lins já se antecipou à decisão da Corte e decretou a não volta às missas presenciais neste momento. O documento foi emitido a todo clero diocesano nesta terça-feira (6).

Dom Francisco Carlos da Silva justifica que, diante da gravidade extrema da evolução da pandemia da Covid-19, com suas novas variantes, com a falta de leitos nos hospitais e, de modo particular, UTIs, a falta de insumo e medicamentos para intubação e até mesmo de profissionais da saúde especializados, “sente que não é o momento de retornar as celebrações presenciais e reuniões em nossas Paróquias e comunidades”.

Com esse entendimento, o líder religioso católico declarou que a suspensão das celebrações presenciais na Diocese de Lins permanece até nova orientação. No documento, o bispo conclamou a párocos e fiéis a seguirem todas as medidas de prevenção, já tão recomendadas pelas autoridades sanitárias e tão conhecidas de todos.

“Diante da triste realidade somos todos responsáveis pelas vidas confiadas ao nosso pastoreio, portanto o momento é de ficar em casa e evitar ao máximo a disseminação da Covid-19 e o surgimento de novas e mais letais variantes”. Por fim, Dom Francisco recomenda para que o clero e os movimentos católicos continuem a utilizar os meios de comunicação, aqueles que puderem, mantendo a unidade.


DIVERGÊNCIAS

O ministro Gilmar Mendes negou, na segunda-feira (5), pedido do PSD para suspender o decreto do Estado de São Paulo, que proibiu a realização de cultos religiosos como medida de prevenção à disseminação da Covid-19.

Com isso, o STF tem duas decisões conflitantes sobre a demanda. No sábado (3), o ministro Nunes Marques atendeu ao pedido de liminar feito pela Associação Nacional de Juristas Evangélicos (Anajure) e liberou a realização de cultos, desde que os protocolos sanitários sejam respeitados.

Diante do impasse, a questão seria decidida nesta quarta-feira (7), pelo plenário da Corte. Até a conclusão desta edição, o julgamento ainda não tinha terminado. Em sua decisão, Gilmar Mendes afirmou que o decreto de São Paulo é necessário diante do cenário da pandemia.



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