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Câmara aponta problemas estruturais em anexo escolar de Penápolis

Política

Documento aponta mais de 20 problemas estruturais que comprometem o funcionamento da unidade, que atende 95 alunos em período integral

Sala que deveria funcionar com aulas de artes ou dança, equipada com ar condicionado, está servindo de depósito no Anexo EMEF Elza Nadai

Sala que deveria funcionar com aulas de artes ou dança, equipada com ar condicionado, está servindo de depósito no Anexo EMEF Elza Nadai. Foto: Imagem/Câmara

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A Câmara Municipal de Penápolis elaborou relatório detalhado após fiscalização realizada no dia 24 de março no Anexo da EMEF Elza Nadai Silvino, localizado no bairro Planalto.

A vistoria foi conduzida pelos vereadores Altair Reis (PL), Francisco José Mendes, o “Tiquinho” (MDB), Mário Abe (PL), Paulinho do Esporte (União Brasil) e Faleiros Policial Ambiental (PL).

O documento aponta mais de 20 problemas estruturais que comprometem o funcionamento da unidade, que atende 95 alunos em período integral, distribuídos em sete salas de aula.

Entre as irregularidades constatadas estão vidros de janelas quebrados, ventiladores e climatizadores danificados, bebedouro do pátio fora de uso, lâmpadas queimadas na cobertura, ausência de biblioteca adequada e falta de utensílios na cozinha.

Também foram identificadas falhas como rachaduras e infiltrações em salas recém-construídas, além da piscina sem tratamento adequado da água. Outro ponto crítico é a sala de informática, que não possui computadores. Aparelhos de televisão estão sem instalação.
O relatório também destaca a insuficiência de funcionários: apenas uma auxiliar de serviços gerais para limpeza e a ausência de direção fixa no anexo, que conta somente com uma coordenadora acumulando funções.

Segundo o documento, a precariedade da estrutura impacta diretamente o trabalho dos professores. “O educador precisa de condições adequadas para planejar, aplicar atividades e acompanhar o desenvolvimento dos alunos. Quando isso não ocorre, há sobrecarga e desmotivação”, aponta trecho do relatório.

Os estudantes também são prejudicados. “O rendimento escolar pode ser comprometido quando o ambiente não oferece condições adequadas para aprendizagem, descanso e desenvolvimento de atividades pedagógicas”, destaca o texto.

O relatório será encaminhado ao Conselho Municipal de Educação, ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas, com o objetivo de buscar providências e garantir os investimentos necessários para a melhoria da unidade escolar. (*) Imprensa/Câmara



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