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Moradores registram BO e pedem solução para barulho em avenida

Polícia

Espaço se tornou o principal ponto de encontro nas noites de sexta-feira e sábado

Em alguns trechos, há placas proibindo o estacionamento das 22h às 6h e o som alto

Em alguns trechos, há placas proibindo o estacionamento das 22h às 6h e o som alto. Foto: Ivan Ambrósio

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Um grupo de munícipes, moradores dos residenciais Fernanda e Mario Sabino, em Penápolis, estão incomodados com o barulho ocasionado por jovens que utilizam a avenida João Antônio de Castilho aos finais de semana para ouvir músicas em carros e acelerar seus automóveis.

O espaço, também conhecido como “Santa Leonor”, se tornou o principal ponto de encontro nas noites de sexta-feira e sábado. Muitos vão ao local e ficam em rodas de amigos ou, simplesmente, circulando com os veículos pela via por diversas vezes. Dezesseis moradores procuraram, na madrugada de domingo (14), o plantão policial e registraram boletim de ocorrência de perturbação do trabalho ou sossego alheio.

Eles disseram que o volume alto dos sons gera grande incômodo, pois o local é muito próximo das casas e, por muitas vezes, esse abuso ocorre durante a madrugada. Além disso, conforme os moradores, os jovens fazem uso de drogas e bebidas pelo espago e de narguilé, deixando, na manhã seguinte, a via totalmente suja.

A reportagem esteve no local no final da manhã de ontem (15) e pode constatar, em alguns terrenos, a sujeira deixada pelos jovens, como copos, garrafas e sacolas. Em alguns trechos, há placas proibindo o estacionamento das 22h às 6h e o som alto, mas isso não é respeitado aos finais de semana, conforme relato dos moradores.

O caso será apurado pela Polícia Civil. O local também é ponto de encontro para praticantes de atividades físicas às tardes, já que possui pista de caminhada. Não é a primeira vez que moradores reclamam da situação. Em 2014, um grupo se reuniu na Prefeitura, solicitando ações do poder público para diminuir o constrangimento causado por pessoas que frequentam a avenida.

O encontro teve a participação de representantes da Polícia Militar. Na época, os moradores queriam que parte da avenida fosse proibida de estacionar durante parte da noite e madrugada.

A medida já tinha sido determinada pela secretaria municipal de Trânsito ao instalar placas no cruzamento da via com a rua Elias Calil Sader e em trecho da rua Maria Nogueira, no período das 22h às 5h, bem como no trecho da rotatória na avenida Alayde Ferraz de Almeida até a Elias Sader. No entanto, uma determinação do Executivo liberou o estacionamento. Por conta da proibição, diversos jovens que frequentavam o local chegaram a se manifestar nas redes sociais contra a medida.


VILLAGE

Antes do espago se tornar o “point” dos jovens, eles circulavam com os automóveis pela avenida Leandro Ratisbona de Medeiros, estacionando-os na Antonieta Vilela Ferreira, próximo a Radio Difusora, no bairro Vilage.

Desde 2011, está proibido estacionar no local. Uma determinação do Conselho Municipal de Trânsito proibiu os carros de parar por ali das 22h às 6h. A medida foi tomada visando diminuir os problemas que ocorriam no espaço, como o abuso no volume do som dos veículos, a bagunça entre alguns jovens alterados e o desrespeito ao trânsito nas proximidades.

Após a determinação, parte do grupo começou a se reunir na avenida Dib Jorge, no Parque Industrial, entretanto, novas reclamações foram geradas e até uma festa de Carnaval foi organizada para ocorrer na via, mas o Ministério Público, na época, entrou com uma ação civil para proibir o evento. Com isso, os jovens migraram para a avenida João Antônio de Castilho.



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