Profissionais participam de curso sobre método contraceptivo
Saúde
Curso foi realizado em parceria com o Coren (Conselho Regional de Enfermagem) e com o DRS II - Departamento Regional de Saúde de Araçatuba
Da Redação 15/08/2026
Durante a capacitação, os profissionais aprenderam na prática como implantar o método contraceptivo. Foto: Imagem/PMP
Enfermeiros da atenção básica de saúde participaram na quarta-feira (12) de uma capacitação prática para inserção do Implanon, método contraceptivo subcutâneo.
O curso foi realizado em parceria com o Coren (Conselho Regional de Enfermagem) e com o DRS II - Departamento Regional de Saúde de Araçatuba. Foi realizado na Macro 2 e Penápolis foi um polo de capacitação, pois reuniu, além dos profissionais da rede básica local, enfermeiros das cidades da microrregião, fortalecendo a qualificação.
O prefeito Caique Rossi acompanhou o início da capacitação. “É fundamental oferecer aos nossos profissionais capacitações como essa, que buscam fortalecer os serviços oferecidos pela rede pública de saúde. Agradecemos ao Coren e a DRS II pela importante parceria que atendeu não só os nossos enfermeiros, como os profissionais da microrregião”, destacou.
Durante a capacitação, os enfermeiros conheceram detalhes do funcionamento do método contraceptivo e aprenderam na prática como é feita a implantação. Segundo o secretário de Saúde, Pablo Ambrósio Ianela, a iniciativa fortalece as ações de planejamento reprodutivo em Penápolis.
“Os 40 implanons foram inseridos em mulheres de 14 a 20 anos, ampliando o acesso a um método contraceptivo de longa duração, de forma totalmente gratuita. Essa ação foi, sem dúvida, um divisor de águas para a saúde reprodutiva das mulheres de Penápolis”, destacou.
O implante contraceptivo, conhecido pelo nome comercial implanon, é um bastonete fino inserido sob a pele do braço que libera o hormônio etonogestrel por cerca de três anos. É um dos métodos mais eficazes que existem — com proteção acima de 99%, comparável à laqueadura, mas reversível — e dispensa o uso diário de pílula.
Com a forma de um bastão de silicone bem pequeno, o implante é inserido na parte interna do braço não dominante, ou seja, aquele que não é usado para escrever. Antes da aplicação, a mulher recebe uma anestesia local para que o procedimento seja tranquilo e sem dor.
Depois de inserido, o implante passa a liberar um hormônio chamado etonogestrel, que impede a liberação dos óvulos e engrossa o muco inferior do corpo, impedindo a chegada dos espermatozoides e, dessa forma, evitando a gravidez. O implante é oferecido pelo SUS, porém o acesso será ampliado em etapas, iniciando por alguns grupos prioritários, conforme a distribuição aos municípios. (*) Por Secom – PMP
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